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Jogar mais para salvar o mundo! Sonho ou realidade?

Jogos online são perda de tempo e escapismo? Em muitos casos sim. Mas nem todos pensam assim. Jogos podem salvar o mundo. Descubra como…

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Mauricio Abreu Pinto Peixoto | Criar seu atalho

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O Quadro Horário de Estudos – Os pressupostos.

Dificuldade_Pés adolescentes equilibrando-se em caminho difícilComeço definindo que "Quadro Horário de Estudos” é óbviamente um quadro onde o estudo é distribuido segundo um dado horário. É simples, fácil, sem qualquer problema de entendimento. Ora, se assim é, por que tanta importância se dá à pergunta: –Como fazer um quadro horário de estudos?

Duvida? Apenas um número. Antes de escrever este post fiz uma consulta na internet. Obtive:

Página 80 de aproximadamente 2.530.000 resultados (0,38 segundos)

Este post irá explicar porque isto tem sido difícil para muitas pessoas. E ainda mais, mostrará à você como sair desta dificuldade. A seguir, em outras postagens, mostrarei formas de contruir um quadro horário que seja adequado e personalizado.

O Problema

Em minha opinião há várias razões para a dificuldade de fazer quadros horários, e principalmente de fazê-los funcionar. Dentre elas, cito três que entendo serem as mais importantes:

  1. Diversidade de tipos de quadro
  2. Administração do tempo
  3. Aspectos Psicológicos

O problema então não está no “como fazer” mas em “como pensar para fazer”. Eu explico.

Distribuir as matérias ao longo do tempo não é difícil se você o faz meio ao acaso. O problema surge quando você o faz com o objetivo de ter sucesso no estudo. O quadro horário é uma ferramenta. Não se justifica por si só. Uma afirmativa óbvia. Ok?

Sim, claro. Mas o problema surge quando você mistura o meio com o fim. Isto é, há todo um conjunto de pressupostos que você deve levar em conta para decidir se vai colocar a matéria “a” na segunda ou terça. Se usa uma ou cinco horas para estudá-la.

Em última análise, um quadro horário é um compromisso com você mesmo. E nele precisam ser equilibrados:

  • O que você precisa,
  • o que voce deseja,
  • e o que você pode fazer.

O que você precisa:

Aqui a razão domina. Apenas citando algumas coisas mais comuns:

  • Passar de ano.
  • Passar no concurso.
  • Melhorar de vida.
  • Dominar uma conteúdo necessário à sua profissão.

Você avalia a sua situação atual e decide. Estabelece um objetivo e lista os passos necessários para atingi-los.

Há, é claro, algumas dificuldades nesta etapa. Talvez você necessite de alguma pesquisa para saber quais são os passos, onde obter os recursos, quais os livros necessários, quanto tempo alocar para cada atividade, etc. Pensar racionalmente envolve algumas etapas importantes, e neste blog tenho apresentado várias.

Se você consultar a grande maioria do material publicado, é neste tópico que os textos se desenvolvem. Informam e dão conselhos sobre como alocar as matérias ao longo do tempo. E isto não é difícil, pelo menos racionalmente falando. Só que agora entra em cena uma outra coisa.

O que voce deseja:

Blaise Pascal afirma "O coração tem suas razões, que a própria razão desconhece" (Pensées, 1669). E de alguma forma é por aí a dificuldade de lidar com o quadro horário; já que aparentemente ele é apenas uma ferramenta lógica de administração do tempo.

O problema e que “Um só desejo basta para povoar um mundo.” (Alphonse de Lamartine, 1790-1869). O que desejamos é, por definição, impossível de ser satisfeito. Basta que tendo desejado algo e o obtido,  para que logo após passarmos a desejar mais.

O desejo é algo ligado ao sentimento, e portanto não racional. Não podemos, em geral, justificar plenamente o que desejamos. Às vêzes o que fazemos é moderar nossos desejos. Mas quando isto se dá, o fazemos não porque acabamos com o desejo, mas porque o ocultamos.

Isto significa que quando pensamos dele ter se livrado, o   “sentimento ilhado, morto, amordaçado. Volta a       incomodar” como disse o Fagner em sua música “Revelação”. E é assim que acontece com o desejo. O fato de não termos plena consciência não significa que ele inexista. Continua presente e modulando nossas ações.

Precisamos estudar, mas queremos descansar. Precisamos aprender, mas desejamos festejar. Sabemos que para passar no concurso precisamos investir no estudo e na qualificação. Mas o nosso sentimento se opõe ao sacrifício prévio.

Ou por outra, decidimos buscar uma determinada posição porque racionalmente entendemos que é a mais adequada. No entanto não é ela que nos agrada. Há outras profissões e/ou atividades que nas quais seríamos mais felizes, embora não tão bem pagas.

Por exemplo, na Officina da Mente temos uma aluna de Relações Internacionais que à beira da graduação, estagiária remunerada e quase contratada por uma empresa, se demite para estagiar gratuitamente na ONU.

São decisões difíceis. Todas elas desenbocando na contrução do quadro horário. Assim, este quadro horário vai estabelecer meu compromisso com o que preciso fazer ou com o que desejo?

E o que você pode fazer:

Aqui entra um terceiro fator muito importante: A Realidade.  Dentro de certos limites, precisar e querer são abstrações. Existem apenas no plano das idéias.

É claro que ambos tem fortes raízes objetivas no real. É claro que se você percebe que falta dinheiro, é porque provavelmente “sobra mês no final do salário”. É claro que se você deseja uma vida melhor, é porque você percebe que sua vida atual, mesmo que satisfatória em vários aspectos, pode melhorar em outros.

Neste sentido sim, precisar e querer são coisas muito reais. Mas aqui me refiro ao plano operacional. Perceber necessidades e desejos podem ficar restritos ao pensamento e sentimento sem que passem para a ação. É só quando você age em função destas percepções, que a realidade se impõe.

Você pode querer um determinado cargo e precisar dele. Mas a realidade te diz que só quando passar no concurso, é que o desejo e a necessidade serão satisifeitos. E para isto, uma série de ações prévias serão necessárias.

E é aí que “a porca torce o rabo”. Para passar no concurso você precisa se qualificar. E  para isto, no mínimo, você precisa:

  • Tempo para estudar.
  • Tempo para frequentar aulas.
  • Competência para aprender.
  • Dinheiro para cursos, livros e apostilas.
  • Sustentar-se até a vitória final.

Note que os cinco itens acima são concorrentes entre si. Se você trabalha para sustentar-se, reduz-se o tempo para estudo o que diminui suas chances de aprovação. Se você se demite para aumentar o tempo de estudo e portanto aumentar a sua chance de sucesso; quem vai sustentá-lo?

Claro que este é só um exemplo dos múltiplos conflitos possíveis entre tempo, competência e dinheiro.  O que importa aqui é mostrar que, no plano das ações a realidade se impõe. E isto torna ainda mais difícil a decisão.

Concluindo:

O objetivo deste post não é ainda mostrar como construir um quadro horário, mas explicar porque ele é, às vêzes, muito difícil de fazer.

Mostramos que se do ponto de vista lógico o processo é muito simples, “o buraco é mais embaixo” quando se trata de real e concretamente implementá-lo. Isto é; não se trata de meramente alocar matérias em horários. Trata-se de tomar decisões pessoais que implicam em preços a serem pagos. Como na fábula da galinha e o milho, todos querem comer os bolos e o fubá, mas são poucos os que se dispõem a plantar, colher e processá-lo.

Mas na prática o que isto tudo significa? Apenas concluir que é difícil e conformar-se com isto?

Não! Não é isto o que proponho. O primeiro ponto é tomar consciência da dificuldade. Com isto você deixa de ser dominado por por ela. Passa a perceber que as dificuldades não estão apenas na técnica de construção do quadro horário. O verdadeiro campo de batalha é a sua mente.

Por isto chegamos ao segundo ponto. Livre-se das ilusões de que fazer o quadro resolve seus problemas. De que que uma nova e revolucionária forma de construir resolverá tudo. Técnicas de construção ajudam? Com certeza sim. Mas apenas se usadas corretamente pelo construtor; e ainda assim apenas se adequamente consciente dos pressupostos.

O que é melhor? Uma picape 4×4 ou um “carrão” de luxo ? Como veículos, ambos são de alto nível. Mas para compará-los é necessário saber quem vai usá-lo, para quê e onde. Na fazenda, para transporte de ferramentas e insumos agrícolas a picape é a mais indicada. E isto é muito claro. Ok? Já o “carrão” tem finalidades e exigências bem diferentes. O quadro horário é como um destes veículos. Existem de varios tipos, usados por diferentes pessoas, com variadas características e demandas.

Por isto, chegamos ao terceiro ponto. Livre-se da ilusão de que meramente copiar o quadro feito por terceiros irá resolver. Não há um quadro geral. Eles precisam ser personalizados. O que pode ser ensinado é o método geral de construção. Você pode ainda observar vários quadros contruidos, mas apenas para tentar entender como outras pessoas resolveram seus próprios problemas. Não adianta tentar imitar e achar que acabou.

Linhas atrás eu disse que a verdadeira batalha é a sua mente. E este é o quarto e último ponto: a Autoconsciência. Você precisa saber com a maior objetividade possivel quem é você. Claro que neste caso o “quem é você” tem como foco a construção do quadro horário. Isto é; por um lado você precisa saber as técnicas de construção do quadro. Mas por outro lado e principalmente, você deve ser capaz de equilibrar o que você precisa, deseja e pode.

E como fazer isto eu explicarei para você na próxima semana, em mais um post deste blog. Até lá!

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Aprenda mais rápido com a Técnica de Feynman

O vídeo abaixo mostra uma técnica de estudo que me parece bastante eficiente. Você verá ainda como a Metacognição tem um papel muito importante no processo.

A Metacognição, como já apresentada em outros posts é um discurso sobre a sua cognição. Desenvolvendo-a você pode gerenciar melhor sua aprendizagem.

Como todo o vídeo está em inglês, abaixo apresento um relato do que é dito. Note que não é uma tradução, mas uma explicação do seu conteúdo. E ao final faço algumas considerações pessoais sobre o conteúdo.

Richard Feynman

Richard P. Feynman (1918-1988), foi um cientista, professor, contador de histórias e músico. Em 1965 recebeu o Prêmio Nobel de Física.

Conta-se que costumava ir ao Departamento de Matemática e desafiar qualquer um que lá estivesse à explicar-lhe um assunto qualquer de sua especialidade. Ele afirmava que fosse qual fosse o assunto e por mais difícil que parecesse, ele entenderia desde que fosse explicado com palavras simples.

Você pode pensar que isto acontecia porque Feynman era um gênio. Isto é verdade, mas Scott Young, o autor deste vídeo afirma que qualquer um pode aprender qualquer coisa usando esta técnica. Bem vamos a ela, e veja se é útil para você.

 

A Técnica de Feyman

Para que serve?
  • Para ajudar a entender idéias nas quais você tem dificuldade em compreender.
  • Para aumentar a memorização de de idéias que você até compreende, mas tem dificuldade de memorizá-las para a prova.
  • Para rever o asunto antes da prova.
Passo 1 – Escolha o conceito
  1. Pegue uma folha de papel em branco: Ela será a “lousa” onde você vai trabalhar.  Ao final da técnica ele provavelmente estará completamente cheia de suas explicações e diagramas.
  2. Escolha o conceito com que você vai trabalhar.
    Escreva este conceito no alto da folha como um título.
  3. Pronto! Terminou o passo 1: Parece simples, mas note que ao escolher e escrever, você focou precisamente naquilo que te interessava. Este foco é importante, na medida em que simultâneamente te dirige para o que você quer e te afasta ddaquilo que não te interessa (no momento). Mais que isto, te faz agir: Você precisa pensar, escolher, decidir e escrever. É grande o efeito disto na sua memória.
Passo 2 – Imagine-se como Professor
  • Agora use a folha como uma lousa e explique para você mesmo o assunto.
  • Mas faça isto como se estivesse explicando o assunto para alguém que não sabe nada.
  • Note que a medida que vai explicando, você vai escrevendo e desenhando sobre a folha de papel.
  • É muito importante que você explique tanto as idéias já compreendidas como também aquelas ainda confusas para você.
    • Note que ao fazer isto você está não apenas clarificando as idéias, mas identificando precisamente aquilo que sabe e o que ainda precisa aprender.
  • Se perceber que alguma coisa está confusa, tente simplificar a linguagem ao máximo. Use exemplos comuns, palavras de uso cotidiano.
  • Uma alternativa sempre bem vinda é construir analogias. A ciência sempre usou isto. Por exemplo ao expicar a lei dos gases ela usa a mesa de sinuca. Aumentar a pressão é como botar muitas bolas na mesa. E com muitas bolas os choques são em maior quantidade, assim como as moléculas. É por isto que ao aumentar a pressão aumenta também a temperatura. Simples, não?
  • Sempre que parar em algum ponto mais difícil, vá ao livro, professor ou colega. Reaprenda este conceito até que possa explicá-lo com clareza.
  • Retorne ao seu papel e termine a explicação.
Como usar a técnica

Para compreender idéias

  • No caso da Matemática, um pouco na Física e em outras matérias técnicas o importante é compreender o passo a passo dos procedimentos.
  • Nas matérias de humanidades, importa compreender as relações e compilar grandes conjuntos de fatos em um único cenário.
    • Por isto passe por todas as etapas da explicação lentamente, para perceber exata e precisamente aquilo que não entendeu de modo a buscar no livro ou professor um auxílio dirigido específicamente àquilo que é necessário.

Para aumentar a memorização para as provas

  • Aqui você também passa por todas as etapas da explicação.
  • Mas a ênfase é nas melhores analogias e palavras simples que exprimem os conceitos. Óbvio que na prova você dará preferência aos termos técnicos. As palavras simples e analogias, são uma ferramenta para a sua compreensão, não para a redação das usa respostas na prova. Só as utilize com muito critério e em casos excepcionais.

Para a revisão antes das provas

  • De nôvo também passar por todas as etapas da explicação.
  • O detalhe é que esta passagem é feita SEM recorrer aos livros e professor.
  • É uma boa técnica para sua auto-avaliação.

Minha avaliação

É uma boa técnica de estudo? Acho que sim. Deve ser usada? Com certeza. Mas como tudo na vida tem limites e benefícios.

Seus limites

Não serve para tudo. Sua competência está no estudo/compreensão de idéias. Não lida com resolução de problemas (frequente em Matemática, Física ou Direito). Não serve para interpretar fatos e/ou teorias, uma habilidade que vem sendo cada vez mais solicitada.

É uma técnica que pressupõe um conteúdo relativamente estático a ser aprendido, e que será cobrado na prova de uma maneira mais ou menos similar à que foi apresentada.

É claro que te ajuda a compreender idéias, e isto é bom. Mas nos casos em que a demanda é pelo pensamento crítico e avaliação de conceitos, a compreensão é apenas uma das etapas iniciais.

Este é um limite que o aluno deve ter em mente quando decidir-se por ela. A técnica tem indicações precisas, que quando respeitadas  podem trazer bons resultados. Ou ao contrário, levar ao insucesso quando mal aplicada. E por isto o sucesso depende do discernimento do aluno ao escolhê-la.

Seus benefícios

Se usada apenas da forma explicada pelo vídeo, é interessante nos casos do ensino mais tradicional e em alguns concursos. Nestes casos o conteúdo é bem definido, e a cobrança privilegia sua reprodução.

Há ainda outra área que é benéfica; como procedimento de aplicação dos conceitos metacognitivos. Você pode usá-la atento ao seu processo de pensamento. Com isto simultâneamente o seu aprendizado se faz melhor e o nivel de conhecimento metacognitivo aumenta. E este aumento facilita o gerenciamento da sua aprendizagem, criando assim um circulo “beneficioso”, uma etapa ajudando a seguinte e esta a anterior.

Mas como usar para desenvolver a metacognição? Eu explico.

A metacognição é a consciênca dos seus processos cognitivos e o uso deste conhecimento para gerenciar sua aprendizagem. Assim note o que acontece na técnica.

No passo 1 você escolhe, seleciona e decide por um conceito. Neste caso preste atenção em como você faz isto. Em cada uma destas ações você estará aprendendo mais sobre você e atribuindo mais significado ao que aprende. Saber para que usará o conceito, te dará mais motivação para o estudo e aumentará sua memorização.

No passo 2 você explica. E para isto você precisa resgatar conhecimentos anteriores e, relacioná-los aos atuais. Precisa também traduzir estas idéias em palavras. Ao simplificar e ao inventar analogias vai à essência do conteúdo. Todas estas são operações mentais no domínio da metacognição. Dominá-las, de nôvo, aumenta sua motivação, compreensão e memorização. Mas também e novamente, aumenta sua competência em lidar com outros assuntos. Além do mais, ao exercitar tudo isto, você também está exercitando habilidades que serão úteis na prova.

Por isto sugiro que ao usá-la não se prenda apenas à técnica, mas amplie o seu significado. Como a ponta de um iceberg, o visível é apenas parte do todo. E lá como aqui a sua menor parte. Fui claro?

 

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Mauricio Abreu Pinto Peixoto | Criar seu atalho

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Professores deveriam “blogar”?

Professores deveriam blogarDo meu ponto de vista pessoal é óbvio que sim, já que você está lendo um “post” no meu blog.

Mas esta é uma decisão pessoal.

Para ajudar os colegas, listo abaixo razões para fazê-lo e também para não. O tema foi trabalhado no blog de STEVE WHEELER, intitulado “Learning with ‘e’s” em três posts que apresento ao final.

Acho que bons professores são autores, e escrever blogs é uma forma de autoria. O que você acha?

Por quê não ”blogar”?

  1. Falta de tempo suficiente para o blog.
  2. Achar que não têm nada a dizer.
  3. Medo de postar algo que acha que vai ser "abaixo do padrão" ou "errar o alvo”.
  4. Medo do que seus patrões podem dizer, e de suas conseqüências.
  5. Desconhecimento dos benefícios.

Por quê “blogar”?

  1. Faz você refletir.
  2. Pode abrir novos públicos.
  3. Pode criar uma dinâmica pessoal.
  4. Pode lhe dar um feedback valioso.
  5. Estimula sua criatividade.
  6. É divertido.

Concluindo:

Já disse, a decisão é muito pessoal. Ainda mais, as razões pró e contra listadas acima fazem mais sentido no ambiente norte-americano. Precisam ser adaptadas à nossa realidade.

Finalmente, “Professor” não é uma categoria homogênea. Variados  são os graus de conhecimento, habilidades como o computador, tipo e quantidade de vinculos profissionais, objetivos de vida, escolas, tipos de alunos, moradia, condição financeira, gênero, disciplina ministrada e muitas outras variáveis.

Por isto o que é bom para um pode não sê-lo para outro. E por isto também me abstenho de fazer recomendações genéricas. Mas acho que neste mundo contemporâneo todos nós, inclusive (e talvez principalmente) os professores deveriam estar atentos para tomar uma decisão consciente e crítica.

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Mauricio Abreu Pinto Peixoto | Criar seu atalho

Os posts do Steve

http://steve-wheeler.blogspot.com/2011/07/seven-reasons-teachers-should-blog.html

http://steve-wheeler.blogspot.com/2011/07/reasons-teachers-dont-blog.html

http://steve-wheeler.blogspot.com/2011/09/i-think-therefore-i-blog.html

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PAIS MAUS, BONS FILHOS !!!

Recebi por email. Acho que nos ajuda a refletir. Como pais e como mestres

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Para ver a apresentação clique aqui.

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Mauricio Abreu Pinto Peixoto | Criar seu atalho

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Uma Mensagem de Natal

Natal Hoje e Sempre!

Maria Teresa G. P. Peixoto 

christmas 2007photo © 2007 christina rutz | more info (via: Wylio)

Hoje é Natal!
Hoje é o seu Natal!

O Natal que você cria,
O Natal que você sonha,
O Natal que você faz acontecer.

Hoje é Natal!
Hoje é o seu Natal!
O Natal que você cria a cada dia,
O Natal que você sonha para a sua vida,
O Natal que você faz acontecer dentro de você.

Hoje é Natal!
Hoje é o seu Natal!
É Natal agora; é Natal já.
“É” Natal ontem. É Natal sempre.
É Natal  sempre  que  você  quiser.

Hoje é Natal!
Hoje é o seu Natal!   O presente é seu.
O  presente  é  para  você.  O  presente  é  você.

Nasça e
renasça a cada dia,
criando o seu Natal de todo o dia!
Feliz Natal! E que o Ano Novo seja vivido com muitos Natais!!!!

Maria Teresa, Mauricio e Pedro Henrique.
Dezembro de 2010

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Pensar é transgredir

Quando menos se espera ele chega, o pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, da lamúria, da hesitação. Sem ter programado, a gente pára pra pensar. É como espiar para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada, outras para um jardim de promessas. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar, reavaliar-se. Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos esmaga.
(Lya Luft)

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