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O laptop da Xuxa … Ou sobre o consumismo infantil

Recebi esta apresentação de uma amiga e me senti na obriagação de divulgá-la. Não acho que a propaganda é sempre uma vilã. Pais, família, escola e sociedade tem suas responsabilidades específicas.

Mas, o que dizer quando ela se organiza para vender para crianças?

consumismo_inf

Para ver a apresentação, clique a seguir: Consumismo infantil

Seguem também dois links para os que queiram se aprofundar no assunto:

1) Instituto Alana – que atua na conscientização e defesa da Infância contra os abusos comerciais e publicitários, tendo por missão “a união da educação, da cultura e da assistência social para o desenvolvimento da cidadania e da qualidade de vida de todos nós”.

http://www.alana.org.br/

http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/ConsumismoInfantil.aspx

2) Manifesto pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil. A iniciativa, que já conta com o apoio de mais de 140 instituições e de milhares de internautas de todo o Brasil, está promovendo um abaixo-assinado pela internet, visando o fim dos abusos praticados no meio publicitário brasileiro contra a Infância. Leia, participe e divulgue:

http://www.publicidadeinfantilnao.org.br/

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O caminho do desejo à bem-aventurança.

Certa vez Roberto Crema nos contou a estória de um rabino que chega à sinagoga e diz: "Tenho duas notícias a lhes anunciar, uma boa e uma ruim. Vou começar pela ruim. O teto da sinagoga vai desabar logo, logo. Mas há também uma boa notícia. É que temos fundos suficientes para reconstruí-lo". Todos ficam contentes ao escutar esta boa-nova e alguém pergunta onde está o dinheiro. O rabino responde: "No bolso de vocês!"

Jean Ives Leloup – Livro das Bem-Aventuranças e do Pai Nosso

 

Quando atentamos para o processo de aprender, o aprendizado se torna mais fácil.

D. Trinidad Hunt

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A sabedoria não é um saber, mas a habilidade de aprender. . .

O prêmio Nobel de química, Karl Ziegler, quando perguntado por que teria se destacado tanto em sua área de estudos, atribuiu esse feito à sua mãe. Ele contou que, quando ela o buscava na escola, não fazia a pergunta que invariavelmente os pais faziam aos filhos: “O que você aprendeu hoje no colégio?”
- Ela dizia: “O que você perguntou hoje no colégio?”

O interesse pela inquietude e pela dúvida faz a diferença porque prepara um indivíduo para “aprender de todo o ser humano e de toda a oportunidade de vida”.

Nilton Bonder, Fronteiras da Inteligência

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Dança das Cadeiras – Dança da Vida

Dança das Cadeiras – Dança da Vida:
O Feminino Nosso de Cada Dia!

É um trabalho de desenvolvimento pessoal que venho realizando nos últimos dois anos. Nele temos tratado de variados temas, sempre com ênfase no ponto de vista femino. É um encontro exclusivamente para mulheres que tem sido muito gratificante para todos nós, terapeuta e participantes.

6º. Encontro – “Eu e As Meninas:
Nossas Múltiplas Versões!”

Somos “plural”, somos versáteis, somos muitas. Somos várias de nós mesmas. Enfim, somos muito interessantes! Tão interessantes, que às vezes não nos aguentamos. Afinal, somos muitas.

Após um mês do último encontro “Dança das Cadeiras”, está no ar o vídeo que mostra um tantinho, porém bastante significativo, do muito que vivemos com o tema.

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Obs: Neste vídeo há um agradecimento especial ao grupo musical “Roque Malasartes”.  Se você quisaer ver alguns vídeo do grupo  os links estão abaixo:

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O Principio do Vazio

Esta é uma forma diferente de pensar.
Quem sabe você acha interessante?OPrincipioDoVazio

( clique na imagem para ver a apresentação)

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Que tal uma boa idéia ?

Designers estão sempre inventando. Algumas coisas boas, outras engraçadas. Veja algumas.

IDEA

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Cérebro: Nunca deixe de usá-lo – Neuroplasticidade !

Cerebro_Nunca deixe de usa_lo_Neuroplasticidade

Ver a apresentação.

 
O que é neuroplasticidade? (*)

O conceito de plasticidade neural diz respeito ao fato de que a estrutura do sistema nervoso central não é fixa ou impermeável à influência do ambiente e dos padrões de atividade funcional. A estrutura do sistema nervoso é, ao menos em parte, influenciada pelos padrões de atividade no sistema. O conceito de que os padrões de atividade influenciam a estrutura do sistema nervoso é resumido sob a forma da expressão “plasticidade dependente de atividade”.

(*) O texto acima é um extrato do post de mesmo nome publicado no blog do Laboratório de Neuropsicologia do Desenvolvimento da UFMG.

Lesões e plasticidade neural (*)

O estrago causado no cérebro por um AVC pode provocar perda de sua função, mas através de um fenômeno denominado “neuroplasticidade”, o cérebro pode se reajustar funcionalmente, havendo uma reorganização dos mapas corticais que contribui para a recuperação do AVC.

As mudanças descritas na organização do córtex incluem o aumento dos dendritos, das sinapses e de fatores neurotróficos essenciais para a sobrevivência de células nervosas. Após ocorrer uma lesão, em algum lugar do córtex motor, mudanças de ativação em outra regiões motoras são observadas. Essas mudanças podem ocorrer em regiões homólogas do hemisfério não afetado, que assumem as funções perdidas, ou no córtex intacto adjacente a lesão. Graças a essas reorganizações corticais, que podem ter início de um a dois dias após o AVC e podem se prolongar por meses, os pacientes podem recuperar, pelo menos em parte, as habilidades que haviam sido perdidas.

A recuperação da função nos membros ,promovida pela plasticidade, é dificultada por um fenômeno conhecido como “não-uso aprendido”. Com a perda da função de uma área do cérebro atingida pelo AVC, a região do corpo que estava ligada a essa área também é afetada, perdendo a sua capacidade de movimentação. Como o paciente não consegue mover o membro mais afetado, compensa usando o outro, deste modo, após um certo tempo, quando os efeitos da lesão não estão mais presentes e ocorreram readaptações no cérebro, os movimentos poderiam ser recuperados, no entanto, o paciente já “aprendeu” que aquele membro não é mais funcional.

(*) O texto acima é um extrato do artigo “AVC e Neuroplasticidade” de autoria de Mirella Brito e Nicodemos Teles de Pontes Filho

 

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Cabeça é matéria-prima. Não é produto acabado

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