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Prof. Mauricio Peixoto no Bom Dia Brasil – Inteligências Múltiplas

Para os amigos, alunos e leitores deste blog. Abaixo a entrevista que dei sobre Inteligências Múltiplas. Achei, que para os limites do programa, foi feito um bom trabalho. Espero que concordem.

Prof. Mauricio Peixoto

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Gardner e as Inteligências Pessoais – Parte 1
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Quais os dois elementos essenciais da inteligência intrapessoal? (ou da interpessoal?)
Inteligência Visual e Matemática (com uma lista de programas matemáticos)
Como uma pessoa que tem uma inteligência pode desenvolver outra?

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Gardner e a Inteligência Intrapessoal na prática

Inteligencia_intrapessoal_logo   Resumo de Gardner, H.: Inteligência Espacial in Gardner, H.:
Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas,
Porto Alegre, Ed Artes Médicas Sul, 1994

O post de hoje é sobre a  Inteligência Intrapessoal, aquela mais desenvolvida naqueles com especial capacidade de introspecção. Em dois posts anteriores (parte 1 e parte 2) explorei a fundamentação para a existência de inteligências pessoais. Ali, tratei  as inteligências inter e intrapessoal coimo se fossem uma coisa só. Se do ponto de vista de sua fundamentação isto é legítimo, aqui a situação é diferente. Os aspectos inter e intrapessoal diferenciam-se bem no que se refere às suas características e conseqüências práticas. Por isto, estes aspectos foram tratados em dois posts diferentes.

Na semana passada falamos da Inteligência Interpessoal. Hoje apresentamos a Inteligência Intrapessoal. Aqui vamos mostrar como identificá-la e o que fazer com ela.

Já publicamos antes posts como este só que relativos às Inteligências Lógico-Matemática, Corporal, Visual-Espacial e Interpessoal.

Neste caso, como nos outros, eu sempre faço um aviso, que é tão importante e tão igual, que abaixo reproduzo o que já disse:

Mas atenção, como das vezes passadas, para aplicar esta teoria em si mesmo, seguindo o que aqui se apresenta você deve fazê-lo de forma limitada e com as restrições do bom-senso.

Isto porque o que aqui se apresenta NÃO é um teste diagnóstico. Visa apenas permitir uma primeira aproximação. Assim, seja qual for a sua avaliação, ela é apenas uma estimativa. Isto é, quer você se enquadre ou não na inteligência tome esta informação com ressalvas. Para saber as razões deste alerta clique aqui.

 

As características da Inteligência Intrapessoal:

O que se apresenta abaixo é uma lista das principais características da pessoa que possui a Inteligência Intrapessoal. Procure perceber-se em que grau você se aprixima ou não das características:

  • Automotivado.
  • Autoconhecimento.
  • Habilidade intuitiva.
  • Pessoa muito reservada.
  • Tende a ser diferente do habitual nas pessoas.
  • Tem um senso do eu bastante desenvolvido.
  • Muita consciência das próprias potencialidades e fraquezas.
  • Muita consciência dos sentimentos próprios de cada um.
  • Sensibilidade aos valores próprios de cada um.
  • Sensibilidade aos objetivos de vida de cada um.

Aplicações Práticas da Inteligência Intrapessoal:

Agora você já tem uma certas noção do quanto está proximo (ou não) da Inteligência Intrapessoal. O próximo passo é saber o que fazer com esta informação.

Abaixo apresento uma série de ações e circunstâncias em que a Inteligência Intrapessoal está em jogo. Se você se identificou muito com a inteligência, procure se colocar em situações como as abaixo citadas, já que nelas você poderá demonstrar suas melhores características e portanto aumenta suas chances de sucesso. Caso contrário tome a lista abaixo como circunstâncias em que você poderá usar para desenvolver a sua Inteligência Intrapessoal.

Assim:

  • Gerenciar a própria aprendizagem.
  • Permitir-se ser diferente do grupo.
  • Escrever diários de história pessoal.
  • Ter conversas pessoais.
  • Ouvir sua intuição.
  • Investigar atividades.
  • Ensinar questionando.
  • Fazer estudo independente.
  • Ensinar afirmações pessoais.
  • Pensar sobre o próprio de atuar através de “partilhamentos” e “pense e ouça”.
  • Usar atividades de crescimento pessoal para romper bloqueios à aprendizagem.
  • Reservar tempo para reflexão interior.
  • Discutir, refletir ou escrever o que vivenciou e como se sentiu.

Na semana que vem continuamos com o tema. Até lá!

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    Gardner e a Inteligência Interpessoal na prática

    Inteligencia_interpessoal_logo Resumo de Gardner, H.: Inteligência Espacial in Gardner, H.:
    Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas,
    Porto Alegre, Ed Artes Médicas Sul, 1994

    O post de hoje é sobre a  Inteligência Interpessoal, aquela mais desenvolvida naqueles com especial competência em lidar com as outras pessoasl. Em dois posts anteriores (parte 1 e parte 2) explorei a fundamentação para a existência de inteligências pessoais. Ali, tratei  as inteligências inter e intrapessoal coimo se fossem uma coisa só. Se do ponto de vista de sua fundamentação isto é legítimo, aqui a situação é diferente. Os aspectos inter e intrapessoal diferenciam-se bem no que se refere às suas características e conseqüências práticas. Por isto, estes aspectos serão tratados em dois posts diferentes. O de hoje lida com a Inteligência Interpessoal. Neste vamos mostrar como identifica-la e o que fazer com ela. Em um próximo, tratarei da Intrapessoal. Já publicamos antes posts como este só que relativos às Inteligências Lógico-Matemática, Corporal.  e Visual-Espacial.

    Neste caso, como nos outros, eu sempre faço um aviso, que é tão importante e tão igual,  que abaixo reproduzo o que já disse:

    Mas atenção, como das vezes passadas, para aplicar esta teoria em si mesmo, seguindo o que aqui se apresenta você deve fazê-lo de forma limitada e com as restrições do bom-senso.

    Isto porque o que aqui se apresenta NÃO é um teste diagnóstico. Visa apenas permitir uma primeira aproximação. Assim, seja qual for a sua avaliação, ela é apenas uma estimativa. Isto é, quer você se enquadre ou não na inteligência tome esta informação com ressalvas. Para saber as razões deste alerta clique aqui.

    As características da Inteligência Interpessoal:

    O que se apresenta abaixo é uma lista das principais características da pessoa que possui a Inteligência Interpessoal. Procure perceber-se em que grau você se aprixima ou não das características:

    • Gosta de cooperar
    • Tem muitos amigos
    • Trata bem dos negócios
    • Gosta de mediar disputas
    • “Lê” bem situações sociais
    • Aprecia atividades em grupo
    • Relaciona-se e associa-se bem
    • Comunica-se bem; às vezes, manipula
    • Aprecia estar com pessoas
    • Consegue “ler” as intenções de terceiros

    Aplicações Práticas da Inteligência Interpessoal:

    Agora você já tem uma certas noção do quanto está proximo (ou não) da Inteligência Interpessoal. O próximo passo é saber o que fazer com esta informação.

    Abaixo apresento uma série de ações e circunstâncias em que a Inteligência Interpessoal está em jogo. Se você se identificou muito com a inteligência, procure se colocar em situações como as abaixo citadas, já que nelas você poderá demonstrar suas melhores características e portanto aumenta suas chances de sucesso. Caso contrário tome a lista abaixo como circunstâncias em que você poderá usar para desenvolver a sua Inteligência Interpessoal.

    Assim:

    • Utilizar habilidades de relacionamentos e comunicação
    • Ter festas e celebrações de aprendizagem
    • Fazer diversos intervalos para socializar
    • Usar causa e efeito
    • Trabalhar em equipes
    • Tutelar ou orientar os outros
    • Fazer o aprendizado divertido
    • Praticar a “conversa social” ao telefone
    • Integrar a socialização em todas as partes do currículo
    • Usar atividades do tipo “pesquisa de pessoas” em que cada um precisa fazer perguntas e ter as respostas dos outros
    • Usar atividades de aprendizagem tipo “par e compartilhamento”
    • Desenvolver cooperativamente atividades de aprendizagem

    Na semana que vem continuamos com o tema. Até lá!

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    Duas dicas para usar a Inteligência Musical em sala de aula.

      Ontem uma leitora deixou um pedido no post sobre Inteligência Musical. Eu ia responder brevemente quando isto me deu a idéia de escrever um post completo (Carol, obrigado pela idéia).

    As duas dicas se relacionam com o uso pedagógico das mudanças de estado para manter a atenção dos alunos no tema da aula. Como sabemos, após algum tempo a turma sempre perde a concentração. Por isto é bom variar a aula, e isto é feito promovendo mudanças de estado. Há varios recursos que um professor pode usar. Hoje apresento dois baseados na inteligência musical. Mas atenção, não são recursos universais. Dependem do estilo do professor, do tema e momento da aula, do tipo de turma entre outras variáveis. Dependendo da combinação especícfica pode dar certo ou não.

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    Gardner e a Inteligência Visual-Espacial – Argumentos

    Resumo de Gardner, H.: Inteligência Espacial in Gardner, H.:Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas, Porto Alegre, Ed Artes Médicas Sul, 1994

    O que se pretende neste post é listar alguns argumentos  que segundo Gardner justificam a existência desta inteligência. Começamos pelo conceito e dele deduzindo, desfiamos os diferentes argumentos.

    Conceito

    É a capacidade de perceber o mundo visual com precisão, efetuar transformações e modificações, recriar aspectos da experiência visual, mesmo na ausência de estímulos físicos. Pode-se produzir formas ou simplesmente manipulá-las, mas estas capacidades são independentes entre si, podendo se desenvolver ou falhar separadamente. Podem operar juntas e é bem possível que o uso de uma possa reforçar o uso das outras.

    Indivíduos parecem usar palavras e imagens espaciais para abordar problemas ou codificá-los, sendo possível que explorem a linguagem e/ou imaginação para resolvê-los. Por isto linguagem parece estar muito ligada a esta inteligência. No entanto demonstrações de Lee R. Brooks (variação de apresentações de materiais (linguísticos e pictóricos)e modo de respostas (verbal ou espacial) mostram que as faculdades espacial e linguística podem proceder tanto de forma independente como complementar.

    Desenvolvimento

    Apresentação no indivíduo

    Em todas as culturas as conquistas elevadas no domínio espacial são comumente encontradas em indivíduos mais velhos, o que faz com que se acredite que está muito ligada a experiência humana real. Esta inteligência, o que parece um paradoxo para outras, parece ter seu auge de desenvolvimento na fase tardia da vida, principalmente em indivíduos que a praticou regularmente ao longo da vida.

    A criança pode orientar-se em áreas de sua vizinhança ou cidade, sem falhar em encontrar o que procura, No entanto, muitas vezes carece da capacidade de fornecer um mapa, esboço ou relato verbal da relação entre os pontos. Isto mostra que apesar do entendimento espacial da criança se desenvolver rapidamente, a expressão deste entendimento através de outra inteligência ou código simbólico permanece difícil.

    Piaget

    Piaget viu esta inteligência como parte intrínseca do crescimento lógico. Descreveu na primeira infância a compreensão sensório-motor do espaço que emerge  onde se tornam capazes de formular a "imagem mental"(ação internalizada ou imitação diferida),o surgimento da capacidade de manipulação muito mais ativa de imagens e objetos no domínio espacial(descentração). Mas é apenas na fase das operações formais, na adolescência, que o indivíduo consegue lidar com a idéia de espaços abstratos governado por regras formais. É nste moento então que ele se torna capaz de unir as formas de inteligência lógico-matemática e espacial em um só sistema geométrico ou científico.

    Neuropsicologia

    O hemisfério direito do cérebro e, em particular, as porções posteriores deste, provam ser o ponto mais crucial para o processamento espacial, mas pequenos déficts podem ocorrer após danos em regiões esquerdas posteriores. Danos no hemisfério direito causam negligência, fenômeno onde o indivíduo presta pouca ou nenhuma atenção à metade esquerda do espaço ao seu redor trazendo problemas na realização de suas tarefas.

    Pesquisas realizadas em cegos demonstraram que o conhecimento espacial não depende totalmente do sistema visual podendo,também,ser obtido através do sistema tátil provando haver um sistema perceptual comum entre eles. Os sistemas de representação espacial são igualmente acessíveis à experiência visual ou tátil; e não há necessariamente um relacionamento privilegiado entre input visual e inteligência espacial.

    Formas incomuns

    Na Síndrome de Turner, onde apresentam problemas espaciais generalizados não envolvidos apenas com percepção visual, e na Paralisia Cerebral, que apresentam mau desempenho em uma gama de medições viso- espaciais, mostram incapacidades, mas, em indivíduos com poderes ditos intelectuais modestos frequentemente são capazes de relatar imagens concretas detalhadas(imaginação visual) o que é diferente em pessoas normais.

    Os usos

    Conhecimento espacial pode servir para uma variedade de finalidades científicas como ferramenta, auxílio ao pensamento,maneira de captar informações,maneira de formular problemas ou como próprio meio para resolvê-los. Isso se dá porque muitos dos problemas em que cientistas e engenheiros estão envolvidos não podem ser descritos de forma verbal.

    O envolvimento do raciocínio espacial não é uniforme entre as várias ciências, artes e ramos da matemática. Umas exploram o pensamento espacial numa extensão muito maior (física, Topologia) do que outras que exigem mais de capacidades verbais (Ciências Sociais e Biológicas).

    As artes viso-espaciais tem sua centralidade evidente no pensamento espacial. Pintura e escultura envolvem uma sensibilidade apurada para o mundo visual,espacial e a capacidade de recriá-lo. O talento gráfico é inerente ao domínio espacial. Os poderes de percepção,memória e capacidade de relaciuonar coisas são fatores básicos para esta inteligência.

    Perspectiva cultural

    A inteligência espacial-visual está presente em difrentes culturas. Poe exemplo na capacidade de reconhecer particularidades e minúcias de um terreno pelos bosquímanos Gikwe do Kalahari. Em jogos na cultura ocidental onde os indivíduos possuem a capacidade de usar imagens para planejar conjuntos alternados de ações como no xadrez. Em esquimós ela é crucial vez que devido a dificuldade de se orienterem no meio em que vivem tiveram que desenvolver esta capacidade tanto em em homens quanto em mulheres.

    Na semana que vem continuamos com o tema. Até lá!

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  • Leia também:

     

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    Gardner e a Inteligência Espacial-Visual – Conceito

    Resumo de Gardner, H.: Inteligência Espacial in Gardner, H.:Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas, Porto Alegre, Ed Artes Médicas Sul, 1994

    O que é?

    Esta inteligência está ligada fundamentalmente ao mundo concreto, ao mundo dos objetos e a sua localização no mundo. Como afirma Gardner:

    “Centrais à inteligência espacial estão as capacidades de perceber o mundo visual com precisão, efetuar transformações e modificações sobre as percepções iniciais e ser capaz de recriar aspectos da experiência visual, mesmo na ausência de eestímulos físicos relevantes.”

    Isto é, com sua inteligência Espacial-Visual e fazendo uso de sua visão e imaginação você se localiza no mundo e manipula diferentes objetos, tanto fisica, como virtualmente. No seu dia a dia, toda a hora você precisa dela. É só se imaginar cego, andando na rua.

    Outra tarefa que demanda a inteligência Espacial-Visual: Pendurar um quadro na parede. Primeiro você tem que decidir onde vai colocar o gancho. Lembre-se que o gancho tem que ficar no meio da largura do quadro, mas que não é o gancho que se vê, e sim o quadro inteiro. Por isto, baseado na posição do gancho em relação à parede, você tem que imaginar como vai ficar o quadro também em relação à parede. Depois disto, com o quadro pendurado, você tem que alinhá-lo visualmente em relação à outros objetos próximos, ao chão, ao teto e à outras paredes eventualmente próximas.

    Para algumas pessoas isto é muito fácil. Para outras nem tanto. E arrumar os móveis em um quarto? O sofá fica melhor nesta parede ou naquela? Aquele buffet que na oja parece pequeno, não vai ficar muito grande na sua sala?

    Algumas habilidades da inteligência Espacial-Visual:

    Criar imagens mentais:

    Consiste em ser capaz de criar na sua mente imagens de situações ou objetos do mundo real. Por exemplo; pense em um cachorro. VocÊ é capaz de imaginá-lo? Qual é sua aparência? A cor do pelo? A raça? Está em movimento ou parado? O rabo está balançando? E sua expressão facial?

    É com sua memória visual que você, baseado em sua aparência, identifica uma pessoa amiga. Mas é muito diferente reconhecê-la em um encontro casual de, em sua ausência, tentar lembrar-se dela evocando a imagem do seu rosto.

    A habilidade em criar imagens mentais pode ser de grande auxílio no aprendizado. Para ser compreendida do ponto de vista matemático, a teoria da relatividade pode ser muito complexa e demandar conhecimentos razoavelmte elevados. Para quem tem habilidades visuais, ela pode ser explicada, pelo menos nos níveis mais básicos de forma mais simples e imediata. Considere o exemplo abaixo, retirado de Eliot & Slakind(1), nele primeiro eles descrevem uma situação e depois mostram a conclusão baseada na imagem descrita:

    A situação:

    Imagine uma grande massa A viajando em linha reta através do espaço. A direção da viagem é Sul-Norte. A massa está envolta por uma enorme esfera de vidro gravada com círculos paralelos entre si e perpendiculares à linha de viagem, como um gigante ornamento de árvore de Natal. Há uma segunda massa, B, em contato com a esfera de vidro em um dos círculos gravados. O contato de B com a esfera ocorre em algum ponto abaixo do círculo maior, que é o círculo do meio. Tanto a massa A quanto a B viajam na mesma direção. Quando A e B continuam seu movimento, B é continuamente deslocado ao longo do círculo gravado, que é o ponto de contato com a esfera.

    A conclusão que explica a teoria da relatividade:

    Já que B é continuamente deslocado, ele está em realidade traçando um caminho espiral através do tempo-espaço, o tempo sendo o
    movimento em direção ao Norte
    [quando observado por um observador externo-grifo meu]. Ainda assim, quando é visto por alguém na massa A, de dentro da esfera de vidro, parece ser um círculo, não um espiral.

    Comparação entre objetos

    Identificação de semelhanças e diferenças, as vêzes sutis em diferentes formas. Um teste desta habilidade poderia ser o abaixo:

    Inteligencia_visual_fig 1

    Capacidade de mover objetos no espaço

    Como fica uma árvore se você colocá-la de cabeça para baixo? Isto é fácil, mas tente acertar o desafio abaixo (alguns conseguirão com rapidez):

    Inteligencia_visual_fig 2

    Resolver problemas usando a visualização

    Finalizando, considere alguns problemas que exigem explicitamente o poder de criar uma imagem mental (retirado de Gardner, Estruturas da Mente).

    • Primeiramente, imagine um cavalo. Que ponto é mais elevado, o zênite da cauda do cavalo ou a parte mais inferior da cabeça do cavalo?
    • Imagine um elefante e um rato. Agora imagine os cílios de cada criatura. Qual leva mais tempo para focalizar com maior nitidez?
    • Imagine a pia de sua cozinha. Que torneira controla a água quente?
    • Imagine um campus ou praça com o qual você esteja familiarizado. Marque seu tempo enquanto você examina cuidadosamente, em série, cada edifício e agora compare o tempo que passou quando você examinou de um lado do campus (ou praça) até o outro.

    Na semana que vem continuamos com o temna. Até lá!

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  • Leia também:

    (1) E. J. Eliot e N. Slakind, Children’s Spatial Development (Springfield, 11I.: Charles C. Thomas, 1975).

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    Gardner e as Inteligências Pessoais – Parte 2

    Resumo de Gardner, H.: As Inteligências Pessoais,
    in Gardner, H.:Estruturas da Mente:
    A Teoria das Inteligências Múltiplas,
    Porto Alegre, Ed Artes Médicas Sul, 1994

    Na semana passada tratamos de um dos critérios em defesa da existência de uma Inteligência Pessoal: o Isolamento potencial por dano cerebral. Mostramos porque no caso das Inteligências Pessoais este critério é satisfeito

    Hoje lidamos com mais um deles, a:

    História e Plausibilidade Evolutiva

    Aqui, o que é necessário para satisfazer este critério é demonstrar que:

    • No ser humano a inteligência apresenta uma história. Isto é; se inicia incipiente em uma idade precoce, sofisticando-se ao longo do crescimento.
    • Que a inteligência, respeitadas as diferenças e limites das diferentes espécies, também se expressa em animais.

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